Número de registro
76
Denominação
Tamborete
Classificação
Local de produção
Data de produção
Autor
Material/Técnica
couro | madeira | marcenaria
Fotógrafo
André Brasil
Data da fotografia
2007
Esfera de proteção legal
Federal
Tipo de tombamento
Tombamento em conjunto
Dimensões
Altura (cm): 45,0 Largura (cm): 47,0 Comprimento (cm): Profundidade (cm): 47,0 Diâmetro (cm): Peso (g): Circunferência (cm):
Resumo descritivo
Tamborete de assento quadrado, ligeiramente abaulado no meio das laterais; revestimento em couro cru; saias em recorte curvo inferior, contornado em friso e volutas ao meio; pernas sinuosas, com joelho de saída, contorno em frisos terminados em volutas superiores; pés em sapatas curvas.
Características estilísticas
Tamborete mineiro, ao estilo D. José, de pernas curvas e joelhos de saída, recortes curvos, com contorno de frisos e volutas; datável da 2ª metade do século XVIII.
Características iconográficas/ornamentais
Frisos, volutas, recortes curvos
Dados históricos
Não foram localizados dados específicos sobre o objeto. No que se refere ao Colégio do Caraça, este teve sua origem em uma ermida fundada pelo Frei Lourenço na serra do Caraça, município de Catas Altas do Mato Dentro. Por volta de 1774 a ermida estava em construção e, em 1777, já tinha sido liberada ao culto. Após a morte de Frei Lourenço, em 1814, o local foi convertido em seminário comandado pelos padres Lazaristas. Em 1854, o templo foi destruído por um incêndio e reconstruído em estilo neogótico, quando recebeu um seminário do arcebispado de Mariana. (1)
Referências bibliográficas/arquivísticas
Ficha Cadastral de 22-01-1975; Ficha de Conservação e Restauração 05-04-1990; Ficha Topográfica 1991-1997. (1) BAZIN, Germain. A Arquitetura Religiosa Barroca no Brasil. Rio de Janeiro, Editora Record, 1982, vol.2.
Condições de reprodução
Domínio público, ver https://museudoouro.acervos.museus.gov.br/reproducao-de-imagens-do-acervo/




