Número de registro
317
Denominação
Litografia
Título
Vista de Sabará
Classificação
Local de produção
Data de produção
Autor
Fotógrafo
André Brasil
Data da fotografia
2007
Esfera de proteção legal
Federal
Marcas/Inscrições
“Dess’ d’ap nat par Rugendas – Lith de Thierry freres. Suce de Engelmann, rue du faub Montmarte Nº 6 – Lithe par Monthelier – SABARÁ.
Dimensões
Altura (cm): 20,5 Largura (cm): 34,0 Comprimento (cm): Profundidade (cm): Diâmetro (cm): Peso (g): Circunferência (cm):
Resumo descritivo
Paisagem representando Sabará, no século XIX, vista a partir da entrada da vila, com o Rio das Velhas no primeiro plano, este com uma pequena embarcação; ao centro o casario e as igrejas; no fundo os morros que circundam a vila e parte do céu. Passe-partout em papel cartão branco.
Características estilísticas
Litografia de Monthelier feita a partir de desenho de Rugendas, feito ao natural, representando a Vila de Sabará, na primeira metade do século XIX.
Características iconográficas/ornamentais
Vista da vila de Sabará, tomada a partir do ponto onde o Rio Sabará encontra o Rio das Velhas, e onde se vê, na parte central, o casario colonial e as igrejas de São Francisco, de Santa Rita (já demolida) e das Mercês; ao fundo o Morro Dois Irmãos.
Dados históricos
João Maurício Rugendas (1802-1858) foi o mais distinguido dos artistas estrangeiros a documentar o Brasil, onde esteve a partir de 1821, acompanhando a missão do cônsul russo von Langsdorff; mas dele separou-se pouco depois e percorreu o pais, por conta própria, em várias direções, até 1825, quando regressou então à Europa, com as pastas cheias de desenhos. Demorou-se algum tempo em Paris, tratando da publicação dos mesmos. A sua preciosa coleção artística, constando de esboços a óleo, aquarelas e desenhos a lápis, feitos principalmente na América Meridional (México, Chile, Peru, Bolívia e Brasil), a partir de 1821, compreende cerca de 3.353 estudos e, atento ao seu valor não só artístico como geográfico e etnológico, foi adquirida, em 1848, pelo governo Bávaro, e é conservada entre os tesouros da famosa Pinacoteca de Munich. Os resultados da primeira viagem de Rugendas ao Brasil, entre 1821 a 1825, foram os únicos publicados.
Referências bibliográficas/arquivísticas
Ficha Cadastral de 24-03-1975/Ficha de Conservação e Restauração 12-10-1990/Ficha Topográfica 1991 Minas Gerais: os Viajantes estrangeiros. Suplemento Literário do Minas Gerais. Belo Horizonte, Ano V, nº 213, Sábado/26 de set, 1970.
Condições de reprodução
Domínio público, ver https://museudoouro.acervos.museus.gov.br/reproducao-de-imagens-do-acervo/




