Número de registro
318
Denominação
Litografia
Título
Vista de Vila Rica
Classificação
Local de produção
Data de produção
Autor
Material/Técnica
Fotógrafo
André Brasil
Data da fotografia
2007
Esfera de proteção legal
Federal
Marcas/Inscrições
“Dess. d’ap. nat par Rugendas – Lith. de Engelmann, cite Bergerè, Nº 1 à Paris – Lith. par Bichebois fig. par Jules David – VILLA RICA”
Dimensões
Altura (cm): 25,5/32,0 Largura (cm): 31,0/33,5 Comprimento (cm): Profundidade (cm): Diâmetro (cm): Peso (g): Circunferência (cm):
Resumo descritivo
Paisagem representando Vila Rica no século XIX, com vista tomada a partir de uma das entradas da vila; no primeiro plano se vê um riacho cortado por ponte, tendo em uma margem um cavaleiro (ou amazonas) e na outra um homem a pé, acompanhando por um cachorro; a riacho é circundado por dois morros, que se abrem, permitindo a vista da vila, com seu casario colonial, com destaque para as algumas igrejas e o palácio do Governador; fundo com montanhas e parte do céu. Possui um suave colorido, em tons verde, azul, cinza e bege. Passe-partout em papel cartão branco.
Características estilísticas
Litografia assinada por Bichebois e Jules David, realizada segundo desenho de Rugendas, feito ao natural, representando a Vila Rica (atual Ouro Preto) da primeira metade do século XIX.
Características iconográficas/ornamentais
Vista da Vila Rica, na primeira metade do século XIX, com seu imponente casario colonial, com destaque para algumas igrejas e o palácio dos governadores.
Dados históricos
João Maurício Rugendas (1802-1858) foi o mais distinguido dos artistas estrangeiros a documentar o Brasil, onde esteve a partir de 1821, acompanhando a missão do cônsul russo von Langsdorff; mas dele separou-se pouco depois e percorreu o pais, por conta própria, em várias direções, até 1825, quando regressou então à Europa, com as pastas cheias de desenhos. Demorou-se algum tempo em Paris, tratando da publicação dos mesmos. A sua preciosa coleção artística, constando de esboços a óleo, aquarelas e desenhos a lápis, feitos principalmente na América Meridional (México, Chile, Peru, Bolívia e Brasil), a partir de 1821, compreende cerca de 3.353 estudos e, atento ao seu valor não só artístico como geográfico e etnológico, foi adquirida, em 1848, pelo governo Bávaro, e é conservada entre os tesouros da famosa Pinacoteca de Munich. Os resultados da primeira viagem de Rugendas ao Brasil, entre 1821 a 1825, foram os únicos publicados.
Referências bibliográficas/arquivísticas
Ficha Cadastral de 24-03-1975/Ficha de Conservação e Restauração 12-10-1990/Ficha Topográfica 1991. Minas Gerais: os Viajantes estrangeiros. Suplemento Literário do Minas Gerais. Belo Horizonte, Ano V, nº 213, Sábado/26 de set, 1970.
Condições de reprodução
Domínio público, ver https://museudoouro.acervos.museus.gov.br/reproducao-de-imagens-do-acervo/




