Número de registro
166
Denominação
Arca-cofre
Classificação
Local de produção
Data de produção
Autor
Material/Técnica
batido | ferro fundido | madeira | marcenaria
Fotógrafo
André Brasil
Data da fotografia
2007
Esfera de proteção legal
Federal
Tipo de tombamento
Tombamento em conjunto
Dimensões
Altura (cm): 47,0/ 79,0 Largura (cm): 93,5 Comprimento (cm): Profundidade (cm): 65,0 Diâmetro (cm): Peso (g): Circunferência (cm):
Resumo descritivo
Caixa retangular, com a frente em três fechaduras de lingüetas, com os espelhos quadrados e lisos, e as lingüetas gravadas com desenhos geométricos, presas à tampa por hastes curvas; parte inferior com três chapas de ferro, terminadas em flor-de-lis, e cantoneiras em chapas de ferro nas quinas. Tampa de borda emoldurada, com três hastes de ferro que contornam a parte traseira e o fundo, terminando à frente em flor-de-lis. A arca se encontra apoiada sobre um cavalete baixo, com duas barras de quinas abatidas em ¼ de círculo, à frente, e duas travessas longitudinais, inferior e superior. Possui três chaves.
Características estilísticas
Arca típica do século XVIII, utilizada para guarda do ouro, de fatura simples, mas realçada pelo desenho em recortes curvos da ferragem, pelo marchetado e pelo tacheado dos cravos; de origem certamente local.
Características iconográficas/ornamentais
Recortes curvos nas ferragens; marchetado.
Dados históricos
Não foram localizados dados específicos sobre o objeto. As primeiras notícias sobre as Casas de Fundição em Minas Gerais são de 1719, quando um decreto real determinava a criação de uma Casa em cada cabeça de comarca. No entanto, a criação destas Casas não ocorreram em um mesmo momento e o funcionamento delas nem sempre se deu de forma constante. A Casa de Fundição de Sabará, ao que parece, teve seu pleno funcionamento somente a partir de 1734, e mesmo assim com alguns períodos de interrupção, e sobreviveu até 1830, quando foi extinta. Em inventários antigos da Fundição de Sabará (séculos XVIII e XIX) podemos encontrar arrolados “cofres com chaves” que podem se referir às arcas que se encontram expostas na Sala da Prensa.
Referências bibliográficas/arquivísticas
Ficha Cadastral de 20-03-1975; 2 Fichas de Conservação e Restauração de 27-09-1990; Ficha Topográfica de 24-04-1991. Arquivo Museológico da Casa Borba Gato – ver especialmente Pasta 10 – “Documentos relativos à Casa de Fundição”. CANTI, Tilde. O móvel no Brasil. Origens, evolução e características. Rio de Janeiro, Editora Agir; Lisboa, Fundação Ricardo do Espírito Santo, 1999.
Condições de reprodução
Domínio público, ver https://museudoouro.acervos.museus.gov.br/reproducao-de-imagens-do-acervo/




