Número de registro
163
Denominação
Armário expositor
Classificação
Local de produção
Data de produção
Autor
Material/Técnica
Fotógrafo
André Brasil
Data da fotografia
2007
Esfera de proteção legal
Federal
Tipo de tombamento
Tombamento em conjunto
Dimensões
Altura (cm): 215,0 Largura (cm): Comprimento (cm): 268,0 Profundidade (cm): 38,0 Diâmetro (cm): Peso (g): Circunferência (cm):
Resumo descritivo
Armário retangular, de grandes dimensões, com arremate superior em cimalha larga, escalonada em frisos; parte superior aberta, dividida em seis compartimentos, dispostos em pares de registros verticais; em cada canto outros três compartimentos abertos; centro inferior fechado por porta de duas bandas, de dupla almofada rasa emoldurada, com fechaduras e espelhos em recortes curvos, formando desenho de elementos trilobulados e cruz; interior dessa parte dividido em quatro compartimentos por três estantes; laterais lisas terminadas inferiormente em pés recortados em semi-círculo apontado, que repete ao meio.
Características estilísticas
Armário de origem mineiro, de fatura rústica, em linhas retilíneas, datável do século XVIII; provavelmente, trata-se de um dos móveis remanescentes da antiga Casa de Fundição de Sabará, instituída no ano de 1731.
Características iconográficas/ornamentais
Frisos, recortes curvos, molduras, elementos trilobulados e cruz.
Dados históricos
Não foram localizados dados específicos sobre o objeto. As primeiras notícias sobre as Casas de Fundição em Minas Gerais são de 1719, quando um decreto real determinava a criação de uma Casa em cada cabeça de comarca. No entanto, a criação destas Casas não ocorreram em um mesmo momento e o funcionamento delas nem sempre se deu de forma constante. A Casa de Fundição de Sabará, ao que parece, teve seu pleno funcionamento somente a partir de 1734, e mesmo assim com alguns períodos de interrupção, e sobreviveu até 1830, quando foi extinta. Em inventários antigos da Fundição de Sabará (séculos XVIII e XIX) podemos encontrar arrolados algumas peças de mobiliário, entre elas estantes e armários.
Referências bibliográficas/arquivísticas
Ficha Cadastral de 20-03-1975; Ficha de Conservação e Restauração 27-09-1990; Ficha Topográfica 1991-1996. Foto P&B no 313 Arquivo Museológico da Casa Borba Gato – ver especialmente Pasta 10 – “Documentos relativos à Casa de Fundição”. CANTI, Tilde. O móvel no Brasil. Origem, evolução e características. Rio de Janeiro, Editora Agir/Lisboa, Fundação Ricardo do Espírito Santo, 1999.
Condições de reprodução
Domínio público, ver https://museudoouro.acervos.museus.gov.br/reproducao-de-imagens-do-acervo/




