Número de registro
260
Denominação
Lanterna
Classificação
Local de produção
Data de produção
Autor
Material/Técnica
Fotógrafo
André Brasil
Data da fotografia
2007
Esfera de proteção legal
Federal
Tipo de tombamento
Tombamento em conjunto
Dimensões
Altura (cm): 11,0 Largura (cm): 8,0 Comprimento (cm): Profundidade (cm): 5,0 Diâmetro (cm): Peso (g): Circunferência (cm):
Resumo descritivo
Lanterna prismática, em três faces envidraçadas, com a parte de trás fechada, com dez pequenos orifícios inferiores; parte interna com bocal cilíndrico; a parte da frente abre-se de forma inteiriça, permitindo a colocação da vela; possui fecho e dobradiças.
Características estilísticas
Lanterna em latão niquelado, de fabricação seriada, datável do século XIX ou XX.
Dados históricos
Lanterna utilizada na Mina de Congo Soco, em Barão de Cocais. A Mina de Gongo foi descoberta por volta de 1745, sendo seu primeiro dono Manuel da Câmara de Bittencourt. A exploração de ouro em alta escala continuou com seu sobrinho, Manoel da Câmara de Noronha Bittencourt, que, com o ouro de Gongo Soco financiou a construção da igreja matriz de São João Batista do Morro Grande (atual Barão de Cocais). O outro dono da mina foi José Alves Cunha Porto, passando, então, por herança, para João Batista Ferreira Chichôrro de Sousa Coutinho, o primeiro Barão de Catas Altas, a quem coube, em 1825, vende-la aos ingleses da Imperial Brazilian Mining Association. A mina foi explorada pelos ingleses até 1856, a partir de quando entrou em decadência, devido à incapacidade das técnicas utilizadas a época – ainda que avançadas em relação ao padrão brasileiro – atingirem aos veios de ouro mais profundos.
Referências bibliográficas/arquivísticas
Ficha Cadastral de 22-03-1975/ Ficha de Conservação e Restauração 05-10-1989/Ficha Topográfica 1991
Condições de reprodução
Domínio público, ver https://museudoouro.acervos.museus.gov.br/reproducao-de-imagens-do-acervo/




