Número de registro
264
Denominação
Balança com mesa
Local de produção
Data de produção
Autor
Material/Técnica
Fotógrafo
André Brasil
Data da fotografia
2007
Esfera de proteção legal
Federal
Dimensões
Altura (cm): 49,5 Largura (cm): Comprimento (cm): Profundidade (cm): Diâmetro (cm): 16,5 Peso (g): Circunferência (cm):
Resumo descritivo
Balança composta de um braço reto, chapeado, com extremos terminados em gancho, onde se prende o suporte dos pratos; sustentação em coluna de fuste cilíndrico e liso, terminado em capitel com a parte superior quadrangular, emoldurada, de onde se eleva duas pequenas hastes com dentes onde se apóiam os pinos do braço; a haste posterior se eleva acima do braço, aberta em curva e arrematada por um mostrador curvo, graduado de 0 a 15 para os dois lados; a coluna tem o soco cilíndrico e emoldurado, com a base circular em madeira escura, frisada. Pratos circulares, rasos, sustentados por uma haste curva, terminada em gancho. Mesa – de forma retangular, com pés curvos, bifacetados; parte inferior em moldura meia-cana; frente emoldurada, com pequena gaveta central, emoldurada na borda; fechadura com espelho em formato de um olho humano; tampa de borda arredondada, com um fecho em esse na parte superior; tampo interno no terço superior, reto, com orifício na parte central, dando abertura para a gaveta.
Características estilísticas
Balança de coluna, datável do século XIX, em bronze e cobre (os pratos), disposta sobre uma mesa com segredo; de provável origem européia. Pode ter pertencido à Casa de Fundição de Sabará.
Características iconográficas/ornamentais
Frisos.
Dados históricos
Não foram localizados dados específicos sobre o objeto. As primeiras notícias sobre as Casas de Fundição em Minas Gerais são de 1719, quando um decreto real determinava a criação de uma Casa em cada cabeça de comarca. No entanto, a criação destas Casas não ocorreu em um mesmo momento e o funcionamento delas nem sempre se deu de forma constante. A Casa de Fundição de Sabará, ao que parece, teve seu pleno funcionamento somente a partir de 1734, e mesmo assim com alguns períodos de interrupção, e sobreviveu até 1830, quando foi extinta. Em inventários antigos da Fundição de Sabará (séculos XVIII e XIX) há referência a vários instrumentos de uso na casa como “almofarizes de bronze com sua mão de ferro”, rilheiras, tenazes, balanças, etc.
Referências bibliográficas/arquivísticas
Ficha Cadastral 22-03-1975; Ficha de Conservação e Restauração 05-10-1990; Ficha Topográfica 1991-1996. Arquivo Museológico da Casa Borba Gato – ver especialmente Pasta 10 – “Documentos relativos à Casa de Fundição”.
Condições de reprodução
Domínio público, ver https://museudoouro.acervos.museus.gov.br/reproducao-de-imagens-do-acervo/




